Não me lembro da última vez,
daquela última vez que me fiz lembrar
que esqueci minha última lembrança
de uma última vez.
Não me lembro, faz tempo,
faz cinco minutos,
mas parece que se passaram muitos dias.
Tempo suficiente para esquecer.
Esta velha memória que não funciona mais,
não me lembro exatamente de quê?
Nossa, parece que faz muito tempo,
faz muito tempo, desde o primeiro verso deste poema.
(Thiago Azevedo)
Belém, 07 de fevereiro de 2010





Nenhum comentário:
Postar um comentário