Amor que é amor não se cria,
é entidade viva, incompreensível e divina,
já dizia o adágio da bíblia,
é o próprio sagrado
chamado Deus,
que ama sem medida.
O amor é como o vento,
que sopra onde bem entender,
mora na alma dos seres,
como numa mina
que se dá a buscar o valor do ouro,
ou a beleza do diamante.
Os tesouros de verdade, não são inventados,
como quem inventa uma roda,
mas descobertos pelo coração,
que explora a preciosa riqueza
que existe nesta imensa mina,
as vezes tão sombria e soturna
as vezes tão intensa e diurna.
Mina que é minha ,
mina que é tua,
de todos é essa mina,
a grande mina de nossas vidas,
mina que é o amor que não se cria...
Thiago Azevedo
Belém, 11 de setembro de 2010






Ah! Que coisa mais linda, que palavras mágicas, encantadas! São como o canto dos pássaros felizes, livres, que voam em bandos atraindo à outros; e juntos entoam sublimes melodias de amor, que atigem como fechas meros corações mortais.
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Muito linda poesia, Thiago!
Obrigada,
Abraços.
Paz e bem!
Muito lindo, querido! Parabéns!!
ResponderExcluirAí o amor, um dia escrevo um livro sobre o amor...
ResponderExcluirBelo poema...
Abração...
Tudo suporta, tudo é o Amor! Parabéns!
ResponderExcluirOi querido, falar sobre o amor é tão bom, não é mesmo?
ResponderExcluirE esse seu jeito de escrever, é uma delicia de ler.
bjs
Parabéns pelo blog e pela inspiração que nos deixa...
ResponderExcluirVou seguir e postar no meu...se você permitir é claro!
Beijo e Paz
Fique à vontade Mariana para utilizar qualquer texto deste espaço. Abraços.
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