Debaixo do sol
há tempo para tudo,
tudo que vem e começa,
perece e outra vez
vem e se repete,
tempo para caminhar,
também para os descaminhos,
há momentos de estar junto,
outros para se estar sozinho,
há tempo para suspirar de amor
e para dele também sofrer de dor,
tempo para ter paz,
assim como para a guerra encontrar.
De tudo que a vida nos deixa
debaixo do sol e da lua,
há o tempo para escrever,
seja soneto, prosa ou elegia,
mas há o tempo em que a alma dorme,
silencia.
Nesse tempo, só há que esperar,
pois haverá tempo para despertar,
reencontrar a vida,
reencontrar os versos,
reviver a poesia
e por fim,
tudo novamente, recomeçar,
nada mais será velho
debaixo do sol,
tudo será novo
e eterno outra vez.
Thiago Azevedo
Belém, 29 de março de 2010





Debaixo do Sol...
ResponderExcluirMuito consolador Thiago, gostei demais!
Grande abraço.
Paz e bem!
:)
(...)
e por fim,
tudo novamente, recomeçar,
nada mais será velho
debaixo do sol,
tudo será novo
e eterno outra vez.