Rompe-se a aurora,
O sol aquece
E os fios da noite,
Se vão, desaparecem.
Tudo, todo dia,
Uma escuridão fugaz,
A vida efêmera,
Que não se repete mais.
Rompe-se o ventre,
Surge a vida
Que chora em agonia,
A dor da euforia.
Tudo é efêmero,
Tudo é fugaz,
Essa aurora que fenece.
Permanente é a noite,
Que vem simples e depois se vai.
(Thiago Azevedo)






Ola, eu gostaria de saber o autor da imagem se possivel para um trabalho, obrigada!
ResponderExcluirVocê está se referindo a imagem de fundo, infelizmente não é minha, apesar de ser designer gráfico, mas de qual trabalho estamos falando?
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