domingo, 3 de julho de 2011
"Infância" - Grãos da Terra - (Thiago Azevedo e Fabrício Matheus)
Este é mais um vídeo da canção Infância, escrita em parceria com Fabrício Matheus e interpretada pelo Grãos da Terra. No Evento realizado pelo MC3 na pauta "H2O - Happy our Oásis".
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Alento poesia
Vou tentando escrever
novas notas em meu caderno,
parece que esqueci,
como se faz sonhar
e pintar em aquarela
meus novos versos.
A poesia é como o vento,
como controlar?
Pousa suave na aurora
e tufões no deitar poente.
Pode vir na simpes melodia,
ou na mais densa euforia
sentida no coração do poeta,
é imprevisível o momento.
Tocado pela brisa da poesia,
sua pena flui como manancial,
em rios caldalosos e torrentes.
como se nunca pudesse esgotar.
Ao findar este momento,
quando a palavra conclui seu papel,
parte sem despedida,
em busca de outro coração perdido,
deixando no poeta, amargura e fel.
Sento-me à beira do portão
com uma boa xícara de café quente,
um pôr-do-sol no horizonte
e o amor que me acalenta.
Aguardo a próxima brisa me tocar,
para deitar sobre a relva,
caminhar junto às margens do ribeiro
e escrever os mais belos versos outra vez.
Thiago Azevedo
Marituba, 01 de julho de 2011
novas notas em meu caderno,
parece que esqueci,
como se faz sonhar
e pintar em aquarela
meus novos versos.
A poesia é como o vento,
como controlar?
Pousa suave na aurora
e tufões no deitar poente.
Pode vir na simpes melodia,
ou na mais densa euforia
sentida no coração do poeta,
é imprevisível o momento.
Tocado pela brisa da poesia,
sua pena flui como manancial,
em rios caldalosos e torrentes.
como se nunca pudesse esgotar.
Ao findar este momento,
quando a palavra conclui seu papel,
parte sem despedida,
em busca de outro coração perdido,
deixando no poeta, amargura e fel.
Sento-me à beira do portão
com uma boa xícara de café quente,
um pôr-do-sol no horizonte
e o amor que me acalenta.
Aguardo a próxima brisa me tocar,
para deitar sobre a relva,
caminhar junto às margens do ribeiro
e escrever os mais belos versos outra vez.
Thiago Azevedo
Marituba, 01 de julho de 2011
Depois de uma tempestade de versos, a poesia parece pedir descanso e assim como as estações e o vento, pede passagem para ir à outras pastagens para desfrutar de outros poetas que anseiam da beleza da poesia.
O que fazer então quando o sentimento de ausência da poesia se instala?
Hibernar e viver um pouco este silencioso inverno e deixar que a primavera volte outra vez...
O que fazer então quando o sentimento de ausência da poesia se instala?
Hibernar e viver um pouco este silencioso inverno e deixar que a primavera volte outra vez...
sábado, 25 de junho de 2011
Infância (Thiago Azevedo e Fabrício Matheus)
O vídeo da canção Infância em parceria com Fabrício Matheus e voz de Millene Costa
Infância
A pluma cai no gramado
Orvalho que brinca faceiro
De escorregar na janela
Passado que volta ligeiro
Abrigo, sombra e regaço
Lembra jasmim perfumado
É molhar os pés junto ao ribeiro.
Criança pinta inocente
As cores do dia no quintal
Vida que passa na frente
Correndo sem eira no trigal
Lembrança da velha infância
Momentos vividos outrora
Faz poesia da vida, sarau.
Andarilho tempo
Tece o destino
Tramas de alento
De um rio desatino.
Andarilho vento
Sonho peregrino
Luz do sentimento
Coração menino.
Chuva que faz no telhado
Cantigas em meio ao sereno
Lembra qualquer melodia
Que é só quimera, contento
Desabrochar a alegria
E uma nova harmonia
Vontade de brincar outra vez.
Thiago Azevedo e Fabrício Matheus
Belém- Rio de Janeiro, 01 de junho de 2011.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Mais uma bela parceria com meu amigo paulista/belenense/carioca Fabrício Matheus do Grãos da Terra. Quando foi encaminhada a primeira gravação com o Fabrício cantando já estava maravilhosa, mas nesta última versão, ficou simplesmente divino, a suave voz da Millene deixou o tom mais reflexivo na canção. Em breve estarei postando o vídeo. Retirei a canção do blog do Fabrício http://www.fabriciomatheusbr.blogspot.com/ visitem, vale muito à pena, tem muita coisa maravilhosa lá.
Na gravação, destaque para a participação especial de Millene Costa, vocalista do grupo Grãos da Terra, que gentilmente emprestou sua voz a esta canção (Valeu Millinha!). Agradecimentos também ao amigo Urbano da Mata, (Valeu Fernandão!) pela paciencia e pelo lanchinho em sua casa, local da gravação.
Clique para ouvir:
"Infância"
Infância
A pluma cai no gramado
Orvalho que brinca faceiro
De escorregar na janela
Passado que volta ligeiro
Abrigo, sombra e regaço
Lembra jasmim perfumado
É molhar os pés junto ao ribeiro.
Criança pinta inocente
As cores do dia no quintal
Vida que passa na frente
Correndo sem eira no trigal
Lembrança da velha infância
Momentos vividos outrora
Faz poesia da vida, sarau.
Andarilho tempo
Tece o destino
Tramas de alento
De um rio desatino.
Andarilho vento
Sonho peregrino
Luz do sentimento
Coração menino.
Chuva que faz no telhado
Cantigas em meio ao sereno
Lembra qualquer melodia
Que é só quimera, contento
Desabrochar a alegria
E uma nova harmonia
Vontade de brincar outra vez.
Thiago Azevedo e Fabrício Matheus
Belém- Rio de Janeiro, 01 de junho de 2011.
Na gravação, destaque para a participação especial de Millene Costa, vocalista do grupo Grãos da Terra, que gentilmente emprestou sua voz a esta canção (Valeu Millinha!). Agradecimentos também ao amigo Urbano da Mata, (Valeu Fernandão!) pela paciencia e pelo lanchinho em sua casa, local da gravação.
Clique para ouvir:
"Infância"
Infância
A pluma cai no gramado
Orvalho que brinca faceiro
De escorregar na janela
Passado que volta ligeiro
Abrigo, sombra e regaço
Lembra jasmim perfumado
É molhar os pés junto ao ribeiro.
Criança pinta inocente
As cores do dia no quintal
Vida que passa na frente
Correndo sem eira no trigal
Lembrança da velha infância
Momentos vividos outrora
Faz poesia da vida, sarau.
Andarilho tempo
Tece o destino
Tramas de alento
De um rio desatino.
Andarilho vento
Sonho peregrino
Luz do sentimento
Coração menino.
Chuva que faz no telhado
Cantigas em meio ao sereno
Lembra qualquer melodia
Que é só quimera, contento
Desabrochar a alegria
E uma nova harmonia
Vontade de brincar outra vez.
Thiago Azevedo e Fabrício Matheus
Belém- Rio de Janeiro, 01 de junho de 2011.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Reconciliação
clara luz
dissipa a cega escuridão
orienta o caminho
trilha novas saídas
aos sonhos que virão
alento e salvação.
todo amor
aquece o ferido coração
em noites tão frias
carentes e vazias
cheias de desilução
afago e adoção.
viver o bem
é rio a fluir comunhão
partilha e companhia
navegar na travessia
poesia, melodia e violão
letra e canção.
plena vida
floresce na celebração
tão frágil é o ninar
voz rouca que acalanta
sonho e recordação
esperança e renovação.
primavera flor
desabrocha a emoção
que suspira silente
o alvorecer do leste
e finda a solidão
paz e reconciliação.
clara luz
afago e adoção
todo amor
alento e salvação
todo bem
esperança e renovação
toda vida
paz e reconciliação
toda flor
letra e canção.
Thiago Azevedo
Belém, 09 de junho de 2011
dissipa a cega escuridão
orienta o caminho
trilha novas saídas
aos sonhos que virão
alento e salvação.
todo amor
aquece o ferido coração
em noites tão frias
carentes e vazias
cheias de desilução
afago e adoção.
viver o bem
é rio a fluir comunhão
partilha e companhia
navegar na travessia
poesia, melodia e violão
letra e canção.
plena vida
floresce na celebração
tão frágil é o ninar
voz rouca que acalanta
sonho e recordação
esperança e renovação.
primavera flor
desabrocha a emoção
que suspira silente
o alvorecer do leste
e finda a solidão
paz e reconciliação.
clara luz
afago e adoção
todo amor
alento e salvação
todo bem
esperança e renovação
toda vida
paz e reconciliação
toda flor
letra e canção.
Thiago Azevedo
Belém, 09 de junho de 2011
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