Deus com infinito amor,
amou o que é perene,
amou tanto
que superabundou sua existência
com centelhas de finitude
e com isso,
tornou-se poema de amor,
daqueles de se abraçar e beijar.
Como o horizonte,
que é eterno em sua linha
e vira ondas de mar,
para abraçar a beira do cais.
Thiago Azevedo
Belém, 05 de fevereiro de 2012






lindo, thiago. ab.
ResponderExcluirmuito lindo!!!!!!!!!!!!
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