Ao som da zabumba, banjo e curimbó,
Dançando sob a luz do luar ao som do carimbó,
Cantando as lendas de minha infância.
Yaras, Matintas, Botos e Curupiras,
Imagens da cultura popular.
Terra cheia de vida e cores,
Saias floridas não param de rodopiar.
O canto de um povo alegre
Que nasceu pra viver e festejar.
Que na labuta de todo dia
Encontra mais força para cantar,
E a voz rouca do mestre
Expressa seu amor profundo
Desse belo carimbó.
Yaras, Matintas, Botos e Curupiras,
Lendas tão vibrantes e coloridas
De mistérios profundos da floresta,
Que o homem deveria preservar.
Pescadores, artesãos e poetas,
Mestres dessa estimada cultura,
Observadores do cotidiano
Desse povo nobre e trabalhador,
Irmanados no amor de nosso Senhor,
Jesus Cristo Salvador.
(Thiago Azevedo)






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