Bom meus amigos, andei meio sumido de minhas declamações, na verdade estou produzindo novos poemas, mas que por enquanto não postarei aqui. Em virtude de uma amiga minha me insentivar, estou produzindo o livro Antologia das Mangueiras, com todos os poemas selecionados aqui do blog e outros que estou escrevendo.
Por isso estarei um pouco ausente de novos poemas aqui no blog, mas desfrutem e se deliciem com os poemas existentes aqui deste pequeno espaço.
Abraços a todos e Bom apetite.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Chuva
A chuva cai, cai, cai,
Ela vem e depois se vai,
Molha, encharca e desfaz.
Chuva que vem fina
Pinga, pinga e pinga,
Parece bem pouco,
Porém muito pinga,
Tanto que não se finda.
Tem uma que é torrencial
Que de tão forte e valente,
É casada com o vendaval.
Chuva grande e forte,
Precipita pesada e potente,
Derruba tudo de repente,
Inclusive, a casa da gente,
Chuva desajuizadamente.
A chuva cai, leva e vai
Com as minhas certezas
Que já nem sei mais.
(Thiago Azevedo)
Ela vem e depois se vai,
Molha, encharca e desfaz.
Chuva que vem fina
Pinga, pinga e pinga,
Parece bem pouco,
Porém muito pinga,
Tanto que não se finda.
Tem uma que é torrencial
Que de tão forte e valente,
É casada com o vendaval.
Chuva grande e forte,
Precipita pesada e potente,
Derruba tudo de repente,
Inclusive, a casa da gente,
Chuva desajuizadamente.
A chuva cai, leva e vai
Com as minhas certezas
Que já nem sei mais.
(Thiago Azevedo)
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Inquietude
Quero escrever,
Não sei o quê,
Não sei o porquê,
Nem sei pra quê.
Apenas quero escrever,
Sobre coisas que sinto,
Sobre tempos esquecidos,
E principalmente sobre você.
Mas como começar?
Não consigo escolher as palavras,
Nem conjugar verbos,
Qual a concordância
Pra amor inquieto?
Só quero escrever,
Sobre qualquer coisa,
Talvez sobre a vida,
Pode ser sobre você.
Mas que pena,
Não sei escrever
Nenhum poema belo,
Nem mesmo pra você.
Não quero mais escrever,
Sobre mais nada,
Nem mesmo sobre você.
Cansei de tudo,
Principalmente de rimar
Sem saber com o quê.
(Thiago Azevedo)
Não sei o quê,
Não sei o porquê,
Nem sei pra quê.
Apenas quero escrever,
Sobre coisas que sinto,
Sobre tempos esquecidos,
E principalmente sobre você.
Mas como começar?
Não consigo escolher as palavras,
Nem conjugar verbos,
Qual a concordância
Pra amor inquieto?
Só quero escrever,
Sobre qualquer coisa,
Talvez sobre a vida,
Pode ser sobre você.
Mas que pena,
Não sei escrever
Nenhum poema belo,
Nem mesmo pra você.
Não quero mais escrever,
Sobre mais nada,
Nem mesmo sobre você.
Cansei de tudo,
Principalmente de rimar
Sem saber com o quê.
(Thiago Azevedo)
Rosa flor
Vem a semente
Que o vento semeou,
Nasce a pétala,
Desabrocha rosa flor.
Rainha das flores,
Rima com formosa,
Esmagadora e vaidosa,
Terrível rosa flor.
Penosa beleza,
Que ora enaltece,
Ora esmorece
O tímido cravo,
Orgulhosa rosa flor.
Não sei se admiro,
Ou se tenho por temor,
Essa beleza espinhosa,
Perigosa rosa flor.
Só sei que choro,
Quando se vai,
Ao murchar-se ao tempo,
E ver a beleza fenecer,
Cruel beleza de rosa flor.
(Thiago Azevedo)
Que o vento semeou,
Nasce a pétala,
Desabrocha rosa flor.
Rainha das flores,
Rima com formosa,
Esmagadora e vaidosa,
Terrível rosa flor.
Penosa beleza,
Que ora enaltece,
Ora esmorece
O tímido cravo,
Orgulhosa rosa flor.
Não sei se admiro,
Ou se tenho por temor,
Essa beleza espinhosa,
Perigosa rosa flor.
Só sei que choro,
Quando se vai,
Ao murchar-se ao tempo,
E ver a beleza fenecer,
Cruel beleza de rosa flor.
(Thiago Azevedo)
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
7 de setembro
Dia de liberdade e independência,
Mas porque me sinto um escravo,
Nesse país de carência?
Tudo falta pra todos,
O pão nosso de cada dia,
E também falta a decência.
O que comemorar neste dia?
O andar livre em plena indepenência?
Quando na verdade me sinto preso
A esse país em decadência.
Os corruptos andam em liberdade,
Desviando do povo o suado dinheiro,
Deixando todos a pedir clemência.
E os justos, se escondem
Com medo das represálias
Dos que não tem um pingo de consciência.
Com dinheiro sujo e podre
Que muitos ficam ricos e esnobes,
Sempre a custa do trabalhador pobre.
Esse é o nosso país de incoerência.
Onde está a independência?
Quando crianças são jogadas nas ruas
Forçadas a vender sua inocência.
Para os mesmos que oprimem
Sua tão tenra juventude,
Deixando-as a mercê de sua impotência.
Deus nos salve da independência
Que nos puseram nas mãos,
Onde só usufruem o ladrão
Com lábia e boa aparência.
Deus nos livre da independência,
Dessa fábula inventada,
Pra nos tirar a paciência.
Viva Brasil! Principalmente aos compatriotas brasileiros,
Destes que manipulam a mente do povo
Com grande destreza e competência.
Chore Brasil, a ilusão da independência.
(Thiago Azevedo)
Mas porque me sinto um escravo,
Nesse país de carência?
Tudo falta pra todos,
O pão nosso de cada dia,
E também falta a decência.
O que comemorar neste dia?
O andar livre em plena indepenência?
Quando na verdade me sinto preso
A esse país em decadência.
Os corruptos andam em liberdade,
Desviando do povo o suado dinheiro,
Deixando todos a pedir clemência.
E os justos, se escondem
Com medo das represálias
Dos que não tem um pingo de consciência.
Com dinheiro sujo e podre
Que muitos ficam ricos e esnobes,
Sempre a custa do trabalhador pobre.
Esse é o nosso país de incoerência.
Onde está a independência?
Quando crianças são jogadas nas ruas
Forçadas a vender sua inocência.
Para os mesmos que oprimem
Sua tão tenra juventude,
Deixando-as a mercê de sua impotência.
Deus nos salve da independência
Que nos puseram nas mãos,
Onde só usufruem o ladrão
Com lábia e boa aparência.
Deus nos livre da independência,
Dessa fábula inventada,
Pra nos tirar a paciência.
Viva Brasil! Principalmente aos compatriotas brasileiros,
Destes que manipulam a mente do povo
Com grande destreza e competência.
Chore Brasil, a ilusão da independência.
(Thiago Azevedo)
Assinar:
Postagens (Atom)








