pela dor que me retém,
um sentir-me numa ilha,
a solidão de um refém.
a mais dorida poesia,
lágrima de escrever,
lamento e melancolia,
a voz se faz emudecer.
lágrima de esquecer,
a palavra mais sentida,
vai solta na ventania,
poesia de florescer.
tudo é ilusão,
a mais fulgás brisa,
o olhar que lagrima
e sonhos de adormecer.
Thiago Azevedo
Belém, algum dia de 2011
Este poema estava perdido no meu computador, acho que não havia gostado dele à princípio, ou se queria transformá-lo em canção. Hoje folheando as pastas perdidas o vi, abandonado e sem nome, entretanto, havia me tomado por inteiro e pedindo que fosse terminado, então cumpri seu desejo.






Sempre com belos versos. Adoro teus textos. Parabéns, Thi!
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