a noite dos tempos,
caminha o luar,
causos de alento,
canta a viola,
a forgueira
e em volta,
o prosear.
em gotas de lágrimas,
esbraveja o mar,
rio que adoça
lá adiante,
na nascente,
afronta e
o faz acalmar.
mais uma gota
que se faz derramar,
no inverno, faz chuva,
semeia o chão,
na primavera,
o florescer,
renovar.
bota tua mesa
lá fora, no jardim,
segura minha mão,
a chuva se foi,
o sabiá já falou,
o rio que conduz o mar,
outra vez clareou...
Thiago Azevedo
Marituba, 21 de dezembro de 2011





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