desatou os laços da minha solidão
e se acrisolou em amor ferino.
Esse laço que me encantou,
fez de mim rio em desvario,
da poesia que pranteou,
Por este amor tão peregrino,
que ama tanto sem querer mal,
tal qual sentimento de menino
e as traquinagens de vendaval.
Thiago Azevedo
Belém, 24 de janeiro de 2011
O amor é as vezes um grande paradoxo, não sabemos sentí-lo, é devastador, amamos sem precedentes e sem contra-indicação, porém, por ser tão intenso, se torna contraditório amar e desamar com facilidade, como poeira que se esvai ao dançar do vento, tal qual o desejo de menino em querer se comportar, e no fim, continuar suas velhas traquinagens de vendaval.






Extasiada, encantada, maravilhada com sua poesia. Ah, o amor! Forte impulso de vida goela abaixo, janela a dentro, eter nidade a fora.
ResponderExcluirGostei do espaço. Sou de Paulista (grande Recife)
ResponderExcluirPasse o link para baixar a antologia das mangueiras.
abraço